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Brasil, 2014, 17′
Realizadores: Alexandre Wahrhaftig, Miguel Ramos e Helena Ungaretti
Produtores: Gustavo Rosa de Moura e Juliana Donato

Horários:
Porto – 30 de janeiro, 21h30 [Compre no Ticketline]

 
Sinopse
Este documentário mostra um dos espaços mais visíveis da era moderna: os estacionamentos, espaços silenciosos que proliferam mas que não surgem do nada – os depoimentos colhidos lembram-nos que estes lugares também têm história e afetos: um era o saudoso cinema de bairro, outro a casa do pai, um terceiro a casa da avó, um quarto, um quinto…

Alexandre Wahrhaftig | Diretor e fotógrafo. Nasceu em São Paulo, em 1988. Em 2011, formou-se no Curso Superior do Audiovisual da Escola de Comunicações e Artes da USP. Já na faculdade, começou a trabalhar, não só em projetos universitários, mas também em produtoras. Desde 2009 é colaborador da Mira Filmes, produtora pela qual fotografou e editou séries de televisão, filmes para internet e documentários. Dirigiu a curta-metragem documental Saul Steinberg – As Aventuras da Linha. Desde o início de 2013, está a fazer mestrado em história e teoria de cinema na Escola de Comunicações e Artes da USP.

Helena Ungaretti | Diretora e assistente de direcção. Formou-se em Audiovisual pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Atua principalmente como assistente de direção. Este ano dirigiu duas curta-metragens: o documentário “E” e a ficção “De Castigo”.

Miguel Antunes Ramos | Diretor e roteirista. Iniciou sua carreira em 2006 como assistente de produção no filme “O cheiro do ralo”, de Heitor Dhalia, filme vencedor da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e selecionado para a mostra competitiva de Sundance. Em 2007, ingressou no Curso Superior de Audiovisual da ECA-USP, graduando-se no início de 2012. O seu trabalho de conclusão de curso foi o roteiro e a direção da curta-metragem “Um, dois, três, vulcão”, premiada com Destaque em Contribuição Artística no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2012. Paralelamente à vida académica, foi assistente de direção em “Ela sonhou que eu morri”, de Matias Mariani e Maíra Buhler, premiado com melhor direção de documentário no festival de Paulínia (2011). Entre 2009 e 2013 trabalhou na produtora Mira Filmes. Em 2013, Miguel dirigiu uma série de vídeos que compõem a exposição “Brasil: O Espetáculo do Crescimento”, expostos no CCSP no contexto da X Bineal de Arquitetura de São Paulo.

Prémio Melhor Curta no 17º Festival Tiradentes (Brasil, 2014)
Menção Honrosa Documentário de Curta-Metragem no Festival É Tudo Verdade (Brasil, 2014)